Como escolher o seguro certo para um novo negócio em 2026
Abrir um novo negócio em 2026
exigirá mais do que um bom produto, capital inicial e estratégia comercial. Em
um ambiente marcado por volatilidade econômica, eventos climáticos extremos,
riscos cibernéticos e aumento das exigências regulatórias, a gestão de riscos
tende a ocupar um papel central desde os primeiros passos da empresa. Nesse
contexto, a escolha do seguro adequado passa a ser uma decisão estratégica, e
não apenas operacional.
Para Gustavo Zanon, CEO da
Seguralta, maior rede de franquias de seguros do Brasil, o erro mais comum
entre novos empreendedores é tratar o seguro como uma etapa final do processo
de abertura da empresa. “O seguro deveria entrar na mesma fase do planejamento
financeiro e jurídico. Ele protege o caixa, o patrimônio e, em muitos casos, a
própria continuidade da operação”, afirma.
Segundo Zanon, a primeira
etapa para uma contratação eficiente é compreender os riscos específicos do
modelo de negócio. “Cada empresa tem um perfil de exposição distinto. Um
negócio digital enfrenta riscos diferentes de uma indústria ou de uma empresa
de serviços. A escolha do seguro precisa refletir essa realidade”, diz.
Na avaliação do executivo, a
decisão passa por um mapeamento detalhado que considere fatores como tipo de
operação, localização, cadeia de fornecedores, dependência tecnológica e
exigências contratuais de clientes e parceiros. “O crescimento de contratos
mais complexos, especialmente no B2B, tem ampliado a necessidade de seguros de
responsabilidade civil e garantia, que muitas vezes são negligenciados no
início da operação”, explica.
Outro ponto de atenção é a
tendência de subcontratação ou contratação genérica, focada apenas em preço.
“Uma apólice mal dimensionada pode gerar uma falsa sensação de segurança. O
empreendedor só percebe a falha no momento do sinistro, quando descobre que
determinadas situações não estavam cobertas”, afirma Zanon.
Além da proteção patrimonial,
o seguro tem ganhado relevância como instrumento de governança e credibilidade.
Empresas bem seguradas transmitem mais confiança a investidores, instituições
financeiras e parceiros comerciais. Em alguns setores, a cobertura adequada já
é pré-requisito para fechar contratos.
Gustavo afirma que na prática,
isso significa avaliar não apenas o valor da apólice, mas cláusulas como
limites de indenização, franquias, exclusões e atualização de valores
segurados. “Com inflação e oscilações de mercado, é fundamental revisar
periodicamente as coberturas para evitar defasagens que comprometam a proteção
real da empresa”, alerta.
Escolher o seguro adequado em
2026 exige do empreendedor uma visão de longo prazo. Mais do que um custo
obrigatório, o seguro funciona como um instrumento de proteção da estratégia
empresarial, preservando o negócio em momentos críticos e evitando que
imprevistos comprometam anos de construção.
Sobre
a Seguralta
Com mais de 56 anos no
mercado, a Seguralta é a maior rede de franquias de seguros do Brasil, com mais
de 2.000 unidades em operação nos modelos home, office, basic e standard.
Presente em todo o território nacional, a marca já atendeu mais de 270 mil
clientes. Para mais informações sobre franquias ou cotações, acesse http://www.seguralta.com.br.

Comentários
Postar um comentário