Do ouro guardado às novas alianças: joalheria transforma memórias em novos capítulos
Peças herdadas, joias sem uso e até alianças de outras fases da vida podem ganhar novo significado; com oficina própria, Mieller Joias transforma e reaproveita o ouro de seus clientes Uma aliança que pertenceu à avó. Outra usada pela mãe. Um brinco que perdeu o par ou uma pulseira esquecida há anos. Para muitas pessoas, essas peças deixaram de ser usadas, mas o ouro e, muitas vezes, a história que ele carrega permanece. É justamente a possibilidade de ressignificar esse material que tem levado clientes à Mieller Joias, no Centro de Niterói. Com oficina e fabricação próprias, a empresa recebe desde joias de família com grande valor afetivo até peças sem uso, que podem ser avaliadas para a produção de novas alianças e outras joias. Joalheiro, professor de ourivesaria e CEO da Mieller Joias, Michel Eller reúne 30 anos de experiência no ofício e explica que o primeiro passo é entender o que aquele ouro representa para o cliente. “Às vezes, o valor está muito além do financeiro. A pes...